O teste do ácido: como os sistemas de proteção AgriCrete resistem ao ácido muriático
Descubra a notável durabilidade dos tratamentos PIM+ Type S e PTS+ da AgriCrete quando sujeitos a 30 exposições repetidas ao ácido muriático.
Já se perguntou até que ponto um bloco de pavimentação pode ser resistente quando confrontado com produtos químicos agressivos? Submetemos os nossos tratamentos de proteção PIM+ Type S e PTS+ ao desafio máximo: o ácido muriático (ácido clorídrico). Veja os bastidores do nosso ensaio, simples mas rigoroso, e os resultados impressionantes após 30 exposições repetidas ao ácido.

Passo 1: preparação das amostras
Começámos por remover a camada superior, com meia polegada (aprox. 13 mm), de três blocos de pavimentação idênticos. Um dos blocos ficou completamente por tratar, para servir de amostra de controlo. Os outros dois foram tratados com PIM+ Type S.

Passo 2: sobreposição da proteção
Depois de deixar o PIM+ Type S curar durante, pelo menos, três dias nos dois blocos tratados, acrescentámos uma segunda camada de defesa, o PTS+, mas apenas num deles. Ficou assim preparada uma comparação clara:
- Bloco não tratado
- Bloco apenas com PIM+ Type S
- Bloco com PIM+ Type S + PTS+

Passo 3: o primeiro ensaio com ácido
Com um conta-gotas, colocámos cuidadosamente três gotas de ácido muriático em cada bloco e observámos:

- Bloco não tratado: o ácido borbulhou furiosamente, penetrando e reagindo de imediato com a superfície.
- Bloco tratado com PIM+ Type S: houve uma ligeira efervescência, mas o ácido não conseguiu penetrar facilmente; em vez disso, espalhou-se pela superfície.
- PTS+ sobre PIM+ Type S: o ácido formou uma gota à superfície, praticamente sem qualquer reação.

Passo 4: 30 aplicações sucessivas
Não ficámos por aqui. Passados dois minutos, retirámos o ácido com papel absorvente e voltámos a aplicá-lo, repetindo o processo 30 vezes no total. Enquanto o bloco não tratado continuava a degradar-se, o bloco com dupla camada (PIM+ + PTS+) não apresentou qualquer reação visível, mesmo após exposições repetidas.

Passo 5: os resultados finais
Após estas 30 aplicações, a diferença nos danos era impressionante:
-
Bloco não tratado: formou-se um buraco com cerca de 1/8 de polegada (aprox. 3 mm) de profundidade, cheio de areia negra.

-
Bloco tratado com PIM+ Type S: sem buraco, mas com uma mancha negra maior à superfície. Ao passar o dedo por cima, soltou-se um pouco de areia negra.

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PTS+ sobre PIM+ Type S: zero danos. Houve apenas uma ligeira descoloração, causada não pelo ácido em si, mas pelas sucessivas passagens de papel absorvente.

Comparação lado a lado
Eis o aspeto das três amostras após o ensaio completo de 30 aplicações de ácido:


Conclusões finais
O nosso ensaio confirma que a abordagem multicamada da AgriCrete, com PIM+ Type S seguido de uma camada de PTS+, oferece uma proteção superior contra ácidos fortes. Quer esteja a proteger pavimentos de betão numa cozinha industrial, quer superfícies exteriores sujeitas a derrames de produtos químicos, esta combinação proporciona uma durabilidade inigualável e total tranquilidade.
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